Toque. Vamos lá, telefone estúpido. Toque. Ou grite com uma mensagem. Faça algo diferente de apenas ficar parado aí. Ugh! Eu odeio você, seu pedaço de merda tecnológica.
Respirei fundo e tentei afastar meus olhos do telefone ainda em silêncio na minha mesa. Merda, eu estava me tornando aquela garota. Aquela que não fazia nada além de olhar para o telefone na esperança de que o menino de quem gostava ligasse, enviasse uma mensagem ou e-mail pelo amor de Deus, qualquer coisa.
Por que de repente sinto-me como uma stalker1? Uma perseguidora obcecada que precisa de uma dose diária de sua vítima? Depois de passar os últimos três meses conversando com Harris por pelo menos duas vezes por dia, de alguma forma ou de outra, o silencio dele foi doloroso e estava brincando com minha maldita cabeça.
Eu odiava pensar no que estava me tornando. Passando o dia todo na expectativa de que Harris Cutter visitasse-me e dissesse que estava pensando em mim tanto quanto eu estava pensando nele. Estava sendo assim desde que ele me beijou quase duas semanas atrás.
Ele tirou-me o folego com aquele beijo e por ter dito que queria ser meu namorado. Era algo que também queria secretamente há meses. Deixei seu escritório e voltei para a minha família e amiga para a nossa noite das meninas sentindo como se estivesse andando em uma nuvem. Minha mãe, irmã e tia tinham dando-me olhares estranhos pelo resto da noite. Soube que provavelmente estive excessivamente corada e com um sorriso estúpido no rosto, mas pelo menos eles não me perguntaram nada.
Respirei fundo e tentei afastar meus olhos do telefone ainda em silêncio na minha mesa. Merda, eu estava me tornando aquela garota. Aquela que não fazia nada além de olhar para o telefone na esperança de que o menino de quem gostava ligasse, enviasse uma mensagem ou e-mail pelo amor de Deus, qualquer coisa.
Por que de repente sinto-me como uma stalker1? Uma perseguidora obcecada que precisa de uma dose diária de sua vítima? Depois de passar os últimos três meses conversando com Harris por pelo menos duas vezes por dia, de alguma forma ou de outra, o silencio dele foi doloroso e estava brincando com minha maldita cabeça.
Eu odiava pensar no que estava me tornando. Passando o dia todo na expectativa de que Harris Cutter visitasse-me e dissesse que estava pensando em mim tanto quanto eu estava pensando nele. Estava sendo assim desde que ele me beijou quase duas semanas atrás.
Ele tirou-me o folego com aquele beijo e por ter dito que queria ser meu namorado. Era algo que também queria secretamente há meses. Deixei seu escritório e voltei para a minha família e amiga para a nossa noite das meninas sentindo como se estivesse andando em uma nuvem. Minha mãe, irmã e tia tinham dando-me olhares estranhos pelo resto da noite. Soube que provavelmente estive excessivamente corada e com um sorriso estúpido no rosto, mas pelo menos eles não me perguntaram nada.





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